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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

APELO DO AMOR




APELO DO AMOR

Eu sou como o sol,
que aquece e ilumina,
dando vida a tudo que toca,
trazendo a esperanƧa.

Como pedra preciosa eu sou,
que jamais perde seu valor,
por mais que lhe deem formas,
por mais que a lapidem.

A essĆŖncia eu sou,
de tudo que tem vida,
em tudo eu me encontro,
e sou sempre o mesmo.

Mas aĆ­ de mim,
quando não sou compreendido,
quando não sou respeitado,
quando sou violentado.

Nuvens cinzas se formam,
repletas de dor e mƔgoa.
me escondo por trƔs delas,
o meu brilho se apaga.

JÔ não aquece o meu calor,
perco o meu valor,
minha essĆŖncia eu recolho,
a desesperanƧa Ʃ o preƧo.

A vida se esvai,
tudo perde sua beleza,
o egoĆ­smo impera,
o coração da terra se revolta.

Os mais fracos pagam o preƧo,
da humanidade desumana,
cultos ignorantes,
do mistƩrio da vida.

Contudo basta um coração singelo,
para as nuvens se esvaĆ­rem,
retornando o meu brilho,
o meu calor a tudo aquecendo.

DifĆ­cil Ć© para o homem entender,
que sem mim nada são,
se tornam destruição,
atƩ a si mesmo destruƭrem.

Luconi